O vale repleto de pessoas lutando uma contra as outras, lutas totalmente diferentes. Os soldados com forças e habilidades fora do comum. Uma coisa assustadora, homens com armas em forma de um machado gigante com laminas em forma de serra e com um único golpe cortava até cinco homens. Outros com uma velocidade assustadora e um deles atravessou todo o vale em uma questão de poucos segundo deixando um rastro de luz destruindo que se vê pela frente. E outro que rodopiou como um peão formando um furacão dizimando quase a metade dos inimigos.
- Mas o que é isso? – Disse não acreditando no que estava vendo.
- Isso menina, é a guerra. Nossos antepassados derramaram cada gota de sangue a fim proteger este mundo. Sangue derramando por todos os lados manchando a areia branca de vermelho, o céu ficando mais negro. Isso menina é as cores sombrias da guerra. – o garoto Ken falando com um tom de tristeza e revolta como se aquela visão do vale rasga-se a sua alma.
- Como em toda guerra há um preço muito alto a se pagar, um preço de sangue. – a velha dizia enquanto se ajoelhava passando a Mao na areia branca manchada de sangue sentindo o cheiro de sangue no ar. – é tão triste o cheiro de dor no ar.
Uma cena horrível, uma batalha incomum. No meio de tantos lutando uma voz que me era familiar se destacou. A mulher do meu sonho, cabelos longos e negros como a noite a pele branca como a neve. E seus olhos verdes bem claros que se destacavam. A sua armadura prata detalhados com diamantes verdes. A costa da armadura é nua exibindo uma enorme tatuagem que vai do pescoço indo por todo o braço até a palma da mão direita. A mulher segurando uma espada enorme um lamina feita de algum tipo de material que parecia diamante, eu imediatamente reconheci aquela espada era a Ludmila a minha guitarra maluca. A mulher comandando aqueles homens e demonstrando a sua autoridade sobre as tropas. – área leste segue em frente não recue! – Em uma fração de segundos aquela mulher cortou mais de setenta homens. Então percebi que aquela mulher estava com um bebe nos braços. Como é possível uma mulher na guerra com um bebe em seus braços pra mim era uma coisa de louco. De repente um dos soldados da tropa inimiga que estava caído no chão soltou uma bola de fogo pelas mãos lançando aquela mulher para o ar, um golpe tão forte que a lançou por mais de 3 quilômetros pelo vale. A mulher em um movimento rápido se fechou abraçando o bebe protegendo do golpe.
- o bebe! – gritei assustada.
A mulher se levantou e rapidamente com uma velocidade absurda ala correte até o soldado e quando percebi a cabeça dele rolou pelo chão. o bebe não se machucou, porem a mulher estava muito machucada. Um soldado corre para socorre-la.
- General você esta bem?
- Estou bem foi só um descuido meu. - Ela entrega o bebe nas mãos daquele soldado – Prion leve-a daqui – a mulher dá um beijo no bebe e deixa uma pulseira na manta do bebe, percebi que era a pulseira q eu estava usando.
- Aquele bebe sou eu?
- Sim é você. - A vela reponde.
- E aquela mulher é...
- Sua mãe, a dama da guerra e general da tropa da família Corck.
Quando a vela disse aquilo eu não acreditei que aquele bebe era eu e a mulher minha mãe. Naquele momento eu já não sabia quem eu era. O soldado passou por mim e quando olhei bem para o rosto dele. – Pai? – Era meu pai, eu não consegui entender o que estava acontecendo era tão estranho e confuso.
- Bianka você não pertence ao mundo que você conhece, você pertence a este mundo. Sua família é uma das três maiores famílias de guerreiros deste mundo o clãn Clock. A três mil ciclos atrás uma família de imperadores trazia o equilíbrio destas três famílias sabendo que todas superavam o seu poder, mas o ultimo imperador morreu então as três famílias entraram em guerra para saber qual delas seria a família imperial deste mundo. Você nasceu no meio desta guerra. Sua mãe fazia parte dos sete maiores guerreiros deste mundo. – a velha colocou na minha mão um anel com as mesmas escritas estranhas que tinha na guitarra. – Bianka você pertence a este mundo e isso é seu.
- Eu estou tão confusa, agora pouco minha vida era normal e de repente tudo muda não sei o que sou eu não posso aceitar esse anel. Tentei devolver o anel.
- Esse anel era da sua mãe e agora é seu, tome é sua missão guarda-lo. - A velha fecha a minha mão.
- Missão? Que missão?
- Isso só você vai poder descobrir. - A velha bate palmas duas vezes e voltamos para a casa velha. – Bem, agora eu vou ter que treinar para se preparar para sua missão.
- O que me treinar? -Fique pasmado com a idéia de ter que fazer algum esforço físico.
- É claro você ainda não consegue controlar seus poderes e nem ampliar a sua energia vital. – Disse a velha.
- Mas enquanto ao meu pai? Como eu vou falar isso pra ele? E a escola e a minha vida? E os meus amigos do Orkut?
- Você pode muito bem viver sem seus amigos do Orkut e enquanto ao resto a gente dá um jeito. – entra meu pai já puxando minha orelha.
- Pai como você me achou?
- Ele deve ter sentido a sua energia vital e te rastreou ate aqui. - A velha falou dando uma de sabia.
- Na verdade eu rastreei a bibis pelo celular é bem mais fácil.
- É eu ia chegar nessa possibilidade. - Velha fica com cara de bunda.
- Pai de tudo por que não me contou? - perguntei.
- Filhota é complicado depois que vim pra este mundo eu tinha que te proteger dos outros guerreiros que tentaram te matar então tive que guardar esse segredo comigo acreditando em te falar quando você tivesse com vinte anos, mas seus poderes despertaram mais cedo. Então... Bibis você não é deste mundo.
- Dãr grande novidade.
- Po bem que você poderia fingir que estava impressionada.
- E eu estou muito impressionada, minha vida esta uma bagunça estou mais perdida que ceginho no transito da avenida paulista. Agora esta tudo de pernas pro ar é muita informação junta.
- Eu sei esse seu cérebro de amendoim nem guarda que dois mais dois são quatro.
- tá cala a boca.
- Faz muito tempo Prion. – A velha diz.
- Prion? Affe que nome mais brega. Você conhece essa velha. – Falei
- Bem esse é meu verdadeiro nome. Bem nos somos velhos amigos.
- Pai você não é meu pai de verdade? – perguntei curiosa pra saber mais sobre eu mesma e o passado da minha família.
- Não.
- Então quem é meu pai de verdade?
A expressão de raiva e medo do Rodrigo estava nítida todos ficaram em silencio olhando o estado dele. – Gente? Fala alguma coisa vocês estão em assuntando. - Rodrigo não olhava nos meus olhos ele virou e ficou de costas pra mim.
- Bianka eu prefiro não dizer agora. E acho melhor que você não saiba sobre seu pai nem agora e se possível nunca.
- ok, já que você prefere assim. - Figi me conformar com que ele tinha dito, mas fiquei ainda mais curiosa em saber quem era meu pai e por que eles não queriam falar sobre ele.
A velha percebeu que Rodrigo estava ficando cada vê mais agitado então teve uma atitude. - Ken leve a Bianka para conhecer o lugar onde elea irá treinar.
- Certo vó, baixinha vem comigo.
- Ei para de me chamar de baixinha eu tenho nome sabia seu chato metido.
- Que seja então.
Continua...